Através desse Memorial irei relatar a trajetória da minha vida escolar.
Fui a escola com cinco anos de idade, meus pais almejavam para mim um futuro brilhante, minha mãe era professora e me incentivava bastante.
No pré-escolar minha professora era Jandira, ainda hoje chamo ela de tia Janda, pois foi a professora que mais marcou a minha historia escolar.
O primeiro livro que eu li foi Iracema, o que mais me chamou atenção foi a beleza descrita no livro sobre a Índia.
Eu tive um estagiário na qual, marcou muito para mim, ele era uma pessoa especial e transmitia seus conhecimentos com muita facilidade.
Sempre passei de ano, quando entrei para o Ensino Médio estava com bastante ansiedade, pois era onde eu iria descobrir o que realmente iria seguir na minha vida profissional. Eu fui estudar na cidade vizinha a minha no Juazeiro do Norte. Sempre gostei da disciplina de historia, o conteúdo que mais me interessava e ainda hoje é a historia da Brasil. Sempre tinha dificuldades com Matemática e Inglês, porem ainda hoje não tenho domínio com a disciplina de Matemática
No decorrer do ensino médio li romances bastante e que mais me marcou foi o livro de Jose de Alencar Senhora.
Fiz o vestibular para Historia, como já citei, era a disciplina que mas tem haver comigo, no começo da faculdade é muita informação, mais fui me acostumando.
Eutive uma professora na qual gostei muito dela, e falava pra ela que quando eu crescesse queria ser igual a ela.
Principalmente era nas aulas dela que eu tinha mais entrosamento.A leitura que marcou meu ensino superior foi “ O Príncipe de Marquiavel”, um livro muito polemico.
Hoje sou graduada em Historia, faço especialização em Gestão Escolar, mas ainda irei fazer especialização em Historia do Brasil.
E sai uma pessoa que quero sempre estar envolvida com a educação.
A obra conta a história de amor vivida por Martin, um português, e Iracema uma índia tabajara. Devido a diferença étnica, por Iracema ser filha do pajé da tribo e por Irapuã gostar dela, a única solução para ficarem juntos é a fuga. Ajudados por Poti, Iracema e Martin fogem do campo dos tabajaras. A fuga de Iracema faz com que uma nova batalha seja travada entre os tabajaras e os pitiguaras, pois Arapuã quer se vingar de Martin, que roubou Iracema. Martin é amigo de Poti que irá protegê-lo. Martin começa a sentir falta das pessoas que deixou em sua pátria e acaba distanciando-se de Iracema. Sabendo do sofrimento do seu amado ela resolve dar à luz e depois morrer, sofrendo muito , não se alimentado e por ter dando à luz recentemente, Iracema não suporta mais viver e acaba morrendo logo após entregar seu filho à Martin. Ao meio desta bela história de amor, estão os conflitos tribais, intensificados pela intervenção dos brancos, preocupados apenas em conquistar mais territórios e dominar os indígenas.
Síntese
Maquiavel começa o livro com uma dedicatória ao Magnífico Lourenço de Médici, oferecendo-lhe o livro e as faculdades de sabedoria que, a Maquiavel, venho a conhecer em anos e com incômodos perigos.Originalmente Maquiavel intencionava dedicar o livro a Giuliano de Medici, filho de Lorenzo I de Medici, o Magnificiente e duque de Nemours, que morreu em 1516 (conforme carta de Maquiavel ao amigo Francesco Vettori, de 10 de dezembro de 1513).
Do capítulo 1 ao 15, descreve as formas de poder e os dois principais tipos de governo: as monarquias e as repúblicas.
No capítulo 15, Maquiavel escreve sobre como um príncipe deve proceder ante seus súditos e amigos, explicando que para manter-se adorado é necessário que o líder saiba utilizar os vícios e das virtudes necessárias, fazendo o que for possível para garantir a segurança e o bem-estar.
No capítulo 16 é explicado ao príncipe como cuidar de suas finanças, para não ser visto como gastador, e levar o povo à pobreza, cobrando muitos impostos para manter-se rico. O autor diz que o melhor é ser visto como miserável, pois com este julgamento ele poderá ser generoso quando bem entender, e o povo irá se acostumar com isso. Os príncipes que vão junto ao exército atacar e saquear outras cidades devem ser generosos com seus soldados, para que esses continuem sendo fiéis e motivados.
No capítulo 17, defende que é melhor um príncipe ser temido do que amado, mostrando que as amizades feitas quando se está bem, nada dura quando se faz necessário, sendo que o temor de uma punição faz os homens pensarem duas vezes antes de trair seus líderes. Diz também que a morte de um bandido apenas faz mal a ele mesmo, enquanto a sua prisão ou o seu perdão faz mal a toda a comunidade. O líder deve ser cruel quanto as penas com as pessoas, mas nunca no caráter material "as pessoas esquecem mais facilmente a morte do pai, do que a perda da herança".
No capítulo 18, Maquiavel argumenta que o governante deve ser dissimulado quando é necessário, porém nunca deixando transparecer sua dissimulação. Não é necessário, a um príncipe, possuir todas as qualidades, mas é preciso parecer ser piedoso, fiel, humano, íntegro e religioso já que às vezes é necessário agir em contrário a essas virtudes, porém é necessário que esteja disposto a modelar-se de acordo com o tempo e a necessidade.
No capítulo 19, o autor defende que o príncipe faça coisas para não ser odiado, como não confiscar propriedades, não demonstrar avidez ou desinteresse.
Do capítulo 20 ao 23, explica como o líder deve controlar e o que deve fazer para manter seu povo feliz, mantendo distância dos bajuladores, e controlando seus secretários.
No capítulo 24 explica porque os príncipes italianos perderam seus estados e como fazer para que isso não aconteça. Quando se é atacado, deve-se estar preparado para defender e nunca se deve "cair apenas por acreditar encontrar quem te levante" já que isso só irá acontecer se os invasores forem falhos.
Nos últimos capítulos explica como tomar a Itália e como se manter na linha entre a fortuna e Deus dizendo que os líderes devem adaptar-se ao tempo em que vivem, para manter-se no poder por mais tempo.
O livro retrata a experiência de Maquiavel em analisar as estruturas de um governo, oferecendo ao Príncipe Lorenzo de Médici uma forma de manter-se permanentemente no poder, sem ser odiado por seu povo.
O PRÍNCIPE – MAQUIAVEL
“Toda ação é designada em termos do fim que se procura atingir”.O Príncipe é dirigido a um príncipe que esteja governando um Estado, e o aconselha sobre como manter seu governo da forma mais eficiente possível. Essa eficiência é a ciência política de Maquiavel. Começa príncipe. Também ensina como um príncipe pode conquistar um Estado e manter o domínio sobre ele.
Maquiavel apresenta os problemas e as dificuldades, e isso tudo é demonstrado de uma forma que parece não haver solução. Porém, logo em seguida ele apresenta não só a solução para os problemas como também conselhos, os quais o governante deve seguir se quiser ser bem sucedido. Se um príncipe anexa um Estado a outro mais antigo, e sendo este da mesma província e da mesma língua, ele será facilmente conquistado. Porém, para mantê-lo deve-se extinguir o sangue do antigo governante e não alterar as leis nem os impostos.
Maquiavel afirma que quando se utiliza as colônias, os únicos prejudicados serão aqueles que perderam suas terras, mas estes sendo minoria não poderão prejudicar o príncipe, ou, seja, o meio utilizado para se fazer as colônias pode até não ser o mais correto, mas se o fim for bom , o meio fio justificado .Um outro ponto interessanteé quando o autor diz que p príncipe deve se fazer defensor dos mais fracos. O que na verdade ocorre hoje em dia, pois muitos políticos se utilizam dessa tática para conquistar a confiança do povo e conseguir mais votos. Maquiavel fundamenta toda a sua teoria na história dos grandes homense dos grandes feitos do passado, afirma que um príncipe deve seguir os passos desse homens poderosos, que alguma coisa sempre se aproveita.O aspecto marcante de sua obra é quando são tratados os meios de se tornar príncipe, que podem ser dois: pelo valor ou pela fortuna. Entretanto ele adverte queaqueles que se tornaram príncipes pela fortuna tem muita dificuldade para se manter no poder. Porém, a fortuna e o valor não são únicas formas de se tornar príncipe. Existem outras duas: pela maldade e por mercê do favor de seus conterrâneos. Émelhor ser amado ou temido. A resposta da Maquiavel é que o melhor é ser as duas coisas, mas como é difícil reunir ao mesmo tempo essas duas qualidades, é muito melhor ser temido do que amado, quando se tenha que falhar em numa das duas.
Maquiavel conclui que “apenas por meio da virtude” um príncipe pode vencer “a instabilidade da fortuna” e assim conserva seu estado.”A um príncipe pouco devem importar as considerações se é amado pelo povo, mas, quando este é seu inimigo e o odeia, deve temer tudo e a todos.”
No dia dezessete de outubro de 2009, houve o quarto encontro do GESTAR II no município de Caririaçu na E.E.F Paulo Barbosa Leite.
Iniciamos com o café da Manhã para todos os cursistas, em seguida houve a mensagem “ Menestrel” , depois uma breve reflexão.
Os cursistas relataram as atividades , aplicadas no avançando na pratica onde foi discutido os avanços e as dificuldades encontradas. Através dos relatos podemos constatar que os cursistas trabalharam o TP 5, com engajamento e obtendo assim uma boa aprendizagem com os seus alunos.
Foi trabalhada a oficina coerência e coesão com a dinâmica: O que faria se fosse...
Essa dinâmica foi apresentada pela professora cursista Maria Socorro ( Célida), todos os cursistas interagiram e observaram que poderia trabalhar com seus alunos.
E assim encerramos o nosso encontro, e a formadora fez os encaminhamentos das próximas unidades.
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
LEITURA E PROCESSOS DE ESCRITA I
O terceiro encontro do Gestar II realizou-se no dia 12 de Setembro de 2009. Iniciamos o dia com a mensagem “Pra que Deus te cuide”, com a presença dos professores cursistas de Língua Portuguesa e Matemática. Logo após a reflexão da mensagem as turmas foram separadas. Fomos relatar sobre os avanços e dificuldades do TP4. No relatório passado falamos de ambos, porém os professores contaram que os alunos estão se comportando cada vez melhor nas oficinas e realizando com mais dedicação as atividades. Para nos que estamos na frente do Gestar II é de grande importância, esses pontos positivos. Em seguida houve a entrega dos relatórios do TP4. Discutimos um pouco sobre o TP3 e encerramos com a poesia de Zé Luiz “Ai se sesse” por cordel encantado. Realizamos à atividade “cabo de guerra”, para completar as sílabas que faltavam no texto. Foi um grande sucesso, pois todos realizaram rapidamente. Ainda pela manhã a turma foi dividida em três grupos, para uma produção textual, onde os professores cursistas deram três sugestões de termas: amor, festa e vida. Decidiram falar sobre “vida”. A apresentação foi feita da seguinte maneira: cordel, paródia e cartaz. Todas as apresentações dos cursistas são realizadas com bastante criatividade. No período da tarde eles assistiram “ fotos coloquiais ”, “ imagens ocultas “ e “ vida Maria “. A formadora entregou textos com sugestões para avaliar através de códigos, pois alguns professores têm essa metodologia em sala de aula. Também foi trabalhado o texto “ caso de secretaria “ de Carlos Drummond de Andrade. Encerramos o nosso encontro satisfeito, pois os professores demonstram cada vez mais interesse pelo curso.
Visita a E.E.F Arara Azul, na sala da professora Gorete.
Visita a E.E.F Arara Azul na sala da professora Reginaceli, trabalhando o TP4.
Apresentação dos professores,produção textual.
Apresentação dos professores.
Apresentação da produção textual dos professores cursistas, tema "vida".
No dia 29 de agosto de 2009, houve o nosso segundo encontro do Gestar II. A turma de Língua Portuguesa e Matemática no primeiro momento assistiram a mensagem “ Estratégia da Mente”, em seguida uma breve reflexão. Logo após direcionamos para as salas de cada turma. A turma de Língua Portuguesa deu inicio aos trabalhos relatando as atividades do avançando na pratica, onde foi discutido com todos os avanços e as dificuldades encontradas.Referente as dificuldades os professores reclamam da organização do tempo para estudar e realizar as atividades, no entanto os avanços supera as dificuldades, pois os mesmos realizam as oficinas e avaliam como pontos positivos, na aprendizagem dos alunos. No segundo momento iniciamos com a oficina sobre “Gêneros Textuais.” A formadora dividiu a turma em grupos, espalhou no chão da sala vários textos, onde cada grupo escolhia três textos, eles davam a cada texto características para a plenária descobrir qual era o gênero textual.Essa oficina apresentou um bom resultado pois, os professores sentiram-se motivados para trabalhar em sala de aula. No terceiro momento trabalhamos o “gênero textual cordel.” No qual os grupos produziram um cordel com tema livre. Em seguida fizeram a xilogravura das capas e apresentaram de forma dinâmica.Podemos avaliar essa oficina como proveitosa. Terminamos o nosso encontro fazendo encaminhamentos do TP4,Leitura e Processos da Escrita I.
Apresentação dos "Gêneros Textuais", com os professores cursistas.
A turma estar estudando o TP3.
A professora estar identificando "Gêneros Textuais".